O RH, o presidente, a “eletricidade” e Candidatos Juniores

O RH, o presidente, a “eletricidade” e Candidatos Juniores

O motor de testes da Rankdone ajuda a garantir um melhor resultado dos investimentos de capacitação de juniores realizados por grandes empresas.

 

Em 2003, a revista Harvard Business Review apresentou um artigo com o título “IT Doesn´t Matter” (A TI não importa), de Nicholas Carr. No artigo de poucas páginas, Nicholas explicava que a TI era como a eletricidade, logo ela não tinha tanta importância. A importância estava em outras áreas da empresa que usava a TI apenas como meio para atingir seus objetivos. Exatamente como a eletricidade. Nicholas Carr ficou famoso, escreveu livros. 

Em 2021, nunca, no mundo todo (até em ilhas remotas nos oceanos), precisou-se tanto da “eletricidade” e seus mestres. São os profissionais de TI. Devido à pandemia, grandes empresas aceleraram projetos antes engavetados para torná-las mais digitais. Ótimo por um lado, mas fez a demanda por profissionais no mundo, que já era alta, crescer como a explosão de um airbag

Quem trabalha hoje em Portugal e Espanha, por exemplo, está sendo bombardeado com propostas tentadoras pelo norte da Europa. A Índia, que atende vários Países, com um número grande de engenheiros, não consegue mais suprir nem suas próprias Startups. A Austrália, que antes buscava gente na Índia, agora corre para a China e Filipinas sem muito êxito. O próprio governo da Austrália está tirando funcionários das empresas australianas. Quem pode pagar mais, leva. A China já tem o maior número de criação de Startups por hora do planeta. Segundo Marcelo Nakagawa, em artigo publicado no seu LinkedIn, foram criadas na China, apenas em 2020, 172 mil Startups de Inteligência Artificial. Leia novamente, 172 mil Startups SOMENTE DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.

 

Quem consegue atrair ou reter mão de obra faz seu PIB crescer. 

Os Estados Unidos, por exemplo, tem seu PIB aumentado devido aos ganhos de escala e produtividade que ele proporciona. Grep Ip apontou isso num brilhante artigo para o Wall Street Journal em Junho de 2021. A conquista de profissionais de TI tem como consequência o crescimento do PIB ainda que o número de vagas de emprego e salário não acompanhem na mesma proporção. Países ricos estão famintos por crescer seus PIBs e TI é estratégia de Estado. Saem em busca de pessoas qualificadas ao redor do mundo.

Países onde a sua moeda está fraca perante o dólar, como o Brasil, viram foco de empresas dos países mais ricos, justamente para atrair esse público. A disputa com empresas nacionais fica ainda mais acirrada, desigual na verdade.

Este é o problema número 1 ou 2 no whatsapp de qualquer presidente de empresa na terra redonda. A realidade é que sem profissionais de TI não existe empresa que pare em pé, muito menos cresça. Como forma de amenizar as dificuldades, empresas como Oracle, Basf, Itaú, Santander, entre diversas outras, criaram programas de capacitação gratuita na tentativa de formar mão de obra.

Apesar desta boa iniciativa, o RH tem sofrido demais não com mão de obra Júnior, mas com a falta de níveis Pleno e Sênior para suprirem suas vagas. Sobram candidatos juniores, a maioria sem muita qualificação, sobram cursos hoje que formam o básico de conhecimento em TI. Essa falta sobrecarrega os profissionais de TI internos da empresa. Por isso, o problema do RH é um problema de todos, de todas as hierarquias da organização.

 

Será possível transformar mais rapidamente bons juniores em pré-plenos?

Muitos juniores virarão pleno em algum momento de suas trajetórias profissionais e lá na frente, sênior. O caminho escolhido pela educação é longo, mas o único certeiro. A pergunta chave é: Será possível transformar mais rapidamente bons juniores em pré-plenos?

A resposta é sim, se forem feitos investimentos adicionais em:

  • Uma boa pré-seleção com testes de Hard Skills e Soft Skills de Juniores;
  • A escolha de cursos que são práticos e não cursos que são palestras;
  • Avaliação semanal (por empresa independente) dos aprendizados adquiridos no curso com feedback instantâneo, inclusive com materiais de estudo dos assuntos que o aluno errou nesta avaliação.

Nesta avaliação diária e independente, existem plataformas que podem fazer isso. A importância da avaliação diária e independente permite a quem paga por estes cursos saber se REALMENTE está ocorrendo aprendizado e se o investimento está valendo a pena. O People Analytics do investimento em educação precisa “falar” com as vagas que o RH possui.

Não basta capacitar 720 horas em uma formação de 1 semestre. É preciso apontar para o aluno se ele está aprendendo através de testes com um feedback que lhe entregue materiais de estudo adicional ao curso. Além de uma plataforma de testes online para vagas de emprego, a Rankdone permite esse tipo de avaliação desses investimentos.

Imagine em um curso de formação em Cloud ser possível acompanhar diariamente a evolução do conhecimento de cada aluno, identificando os retardatários, dando-lhe automaticamente feedback, materiais de estudo e checando novamente esse resultado com novos testes?

Em um teste realizado pela Rankdone que foi dado feedback com material de estudo, a nota destes candidatos que não passaram melhorou em média 42% na segunda oportunidade!

 

Caso você queira saber como melhorar o recrutamento online de profissionais plenos e seniores, confira esse artigo da Rankdone sobre Recrutamento online para profissionais de TI.

 

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Joyce Bambach Luiz
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Gerente de Marketing e Relacionamento da 4Linux e da Rankdone, com mais de 11 anos de experiência no segmento de tecnologia.

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